Entre nós – Encontros e Desencontros

Nessa última quinzena, entrei num estado introspectivo. Estive refletindo profundamente sobre a vida e as surpresas inesperadas que ela nos traz.

Sobre os encontros e desencontros.

Às vezes gosto de comparar meus pensamentos com coisas sólidas para ilustrar melhor todo o turbilhão que se passa pela minha cabeça. A princípio pensei nesses encontros e desencontros como uma grande teia de aranha que é tecida pela grande artesã: A própria aranha.

O que seria a teia?

De forma simplista, seria um emaranhado de linhas que se cruzam. Mas, se repararmos melhor, não são cruzamentos feitos ao acaso (por mais que às vezes pareçam ser). São trajetos que se completam na sua amplitude. Cada pequeno pedaço é tecido de forma que a grande teia se sustente e seja única. Nenhum encontro, ou quem sabe, desencontro, é desordenado. Todos os pontos se conectam por alguma razão ou motivo.

Convido você, leitor e leitora, a fazer um comparativo da minha ideia de teia com sua vida.

Quantas coisas vivemos que eram inexplicáveis, mas que fizeram sentido com o passar do tempo? Cada pessoa, momento, despedida, reencontro, riso ou lágrima derramada… Quando olhamos de longe, quando olhamos o todo, passamos a entender que cada pequena coisinha tinha que estar ali.

Cada cruzamento de linha precisava ser tecido da forma que foi para construir a nossa teia.

E quem é a grande artesã, a aranha?

Vou ser sincera e dizer que ainda tenho dúvidas. Penso na aranha como uma metáfora para cada ser humano no universo. Eu sou a aranha da minha própria teia, assim como você é a aranha da sua.

Porém, eu acredito que haja um ser superior que zela por meu percurso e me ajuda nesses encontros e desencontros. Ele talvez não seja a aranha, penso nele mais como um fio condutor que rege toda a natureza. Cabe a aranha decidir por onde ir.

E se quer realmente ir.

E quando decidimos que seremos responsáveis pela nossa teia, começamos a atrair uma infinidade de coisas boas e surpreendentes.

Inesperadas.

Eu decidi me abrir para o inesperado. Decidi experimentar as oportunidades que vierem ao meu encontro e deixar o que não faz mais sentido ir ao meu desencontro.

Tudo isso sem perder nunca minha essência, meus valores e ética.

E sabe o que tem acontecido? Tenho mergulhado cada vez mais no meu universo e nesse processo tenho vivenciado e conhecido pessoas maravilhosas.

E nesses encontros e desencontros fico entre nós, linhas que se cruzam, tecendo minha história.

Hoje, quem tem sido a grande artesã da sua vida?  


Obrigada por conhecer um pouquinho mais do meu universo nesse post. Convido você a compartilhar um pouco do seu universo comigo também através dos comentários! 🙂
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1 comentário

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