fernanda matos

Sinto, logo escrevo – Sobre o que escrever?

O fato é que comecei a escrever ano passado, em um momento da minha vida que apesar de delicado, eu estava me sentindo muito livre. 
O momento delicado era em razão de eu estar desempregada. Neste período, que durou seis meses, eu escrevi quase todos os dias. Alguns textos publiquei aqui no blog, outros compartilhei apenas com poucos amigos, também escrevi poesias e as palavras simplesmente brotavam do meu coração para as minhas mãos. 

Sinto, logo escrevo – E eu escrevo…

Eu sigo na minha busca pelo autoconhecimento. Como já disse aqui em outros textos, a escrita me ajuda neste caminho. Sinto que quando escrevo as palavras vão solidificando minhas descobertas sobre mim mesma. Nem sempre é fácil encarar estas descobertas, pois há sempre as crenças de uma vida inteira me convidando a ficar ali, no meu mundo já “conhecido”, é por isso que concordo totalmente com Clarice Lispector: As vezes escrever uma só linha basta para salvar o próprio coração.


Sinto, logo escrevo – O silêncio da madrugada

A madrugada serve pra que? Se for para dormir, meu corpo não entendeu o recado esta noite. Eu acordei às 2:40 e já são quase 5 horas da manhã.
O curioso é que neste período acordada, uma amiga, que tem uma bebê de 2 meses em casa, me respondeu um WhatsApp enviado ontem, junto veio a foto da bebê sorrindo e eu pensei: esse sorriso deve compensar as noites em claro da mamãe.